
Castro
Alves - "Lá na úmida senzala,Sentado na estreita sala, Junto ao braseiro, no
chão, Entoa o escravo o seu canto,De um lado, uma negra escrava Os olhos no
filho crava, Que tem no colo a embalar...E à meia voz lá responde Ao canto, e o
filhinho esconde,Talvez pra não o escutar!E ao cantar correm-lhe em pranto,
Saudades do seu torrão ..."
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